Cultura e Tradição Gaúcha

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Aqui está o conteúdo sobre a Cultura Gaúcha 

"SE APROCHEGUEM PARA O RANCHO" 

UM ABRAÇO BEM CINCHADITO A TODOS QUE VISITARAM E CONHECERAM

UM POUCO MAIS DO RIO GRANDE DO SUL!!    TCHÊ!

 

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TRAJE COMPLETO DO GAÚCHO TRADICIONALISTA.

"GINETEANDO O TEMPORAL

E DEMONSTRANDO O CHUCRISMO  

DESTE RIO GRANDE BAGUAL."

TCHÊ"!!

"CAVALO CRIOULO"

"O ACORDEON QUE TAMBÉM É UM

GRANDE SÍMBOLO DA CULTURA

GAÚCHA E TRADICIONALISTA."

"CANTORIA POETICA GAÚCHA"

"A carne pinga no braseiro do fogo de chão e o tropeiro conta suas histórias

de campereadas, de gaúchismo relembrando a tradição"  

 

"Os cavalos que são usados como transporte dos gaúchos

que tropeiam pelo Rio Grande"

 

Uma chamarra uma fogueira
Uma chinoca uma chaleira
Uma saudade, um mate amargo
E a peonada repassando o trago
Noite cheirando a querência
Nas tertúlias do meu pago.

 

 

Ao som de um farrancho, chego de à cavalo
Apeio no embalo, xúcro de um gaiteiro
Campeio meus troco, rodeio a guaiáca
E o cabo da faca, reluz no candiêro
Já entro pachola e vou pagando a ficha
Uma china me espicha um olhar de soveú
Vou direito a copa, cutuco a algibeira
E tapeio a poeira, na aba do chapéu

 

 

"A gaita velha
Tem um toque missioneiro
Só se ouve ela roncando
E o gemido do gaiteiro"

Contato

Os Herdeiros da Tradicao

henriquebrugnera@gmail.com

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Ginete de Fronteira

Porca Véia

 

Nasci ginete numa estância da fronteira
Vida campeira prá quem vive o interior
Cresci brincando de quebrar queixo de potro
Sempre há mais outro prás garras do domador

Aquele zaino anca larga e frente aberta
Orelha alerta na estância do paraíso
Foi preparado prum campeiro fazer média
E dançar na rédea no lampejo de um sorriso

Fim de semana quando eu apronto a lida
Repasso a vida na roseta da chilena
Banho de sanga, água de cheiro e um traje novo
Baile no povo e o perfume das morenas

(Segunda feira quando eu volto pros pelegos
Novos achegos vem rondar meu pensamento
Faço de conta que o tempo não passou
E de onde estou saio nas crinas do vento)

A cada dia vejo a vida diferente
Nessa vertente onde nasce o verso puro
Ao passo lento do parceiro dos arreios
Levo os anseios do Rio Grande pelo duro

 

è disso que o

Que o velho gosta

Berenice azambuja

Eu sou um peão de estância
Nascido lá no galpão
E aprendi desde criança
A honrar a tradição
Meu pai era um gaúcho
Que nunca conheceu luxo
Mas viveu folgado enfim
E quando alguém perguntava
O que ele mais gostava
O velho dizia assim

Churrasco e bom chimarrão
Fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta
É isso que o velho quer

E foi assim que aprendi
A gostar do que é bom
A tocar minha cordeona
Cantar sem sair do tom
Ser amigo dos amigos
Nunca fugir do perigo
Meu velho pai me ensinou
Eu que vivo a cantar
Sempre aprendi a gostar
Do que meu velho gostou

Churrasco e bom chimarrão
Fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta
É isso que o velho quer

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